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A mostrar mensagens de janeiro, 2019

O teu primeiro bigode

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Já realizei vários w orkshops , para crianças e adolescentes , sobre as transformações ocorridas na puberdade. Há assuntos “tabu” e pouco participativos n a nossa sociedade . N ós , os homens , somos acanhados e até temos dificuldades em falar sobre estes assuntos com os nossos pais . V ejo os jovens a saber mais sobre o último vídeo do Youtube e das danças do Fortni te do que propriamente preocupados com estes assuntos. Por outro lado, t emos cada vez mais famílias monoparentais , em que a figura do p ai a fazer a barba de manhã está um pouco afastada. A nossa adolescência, ou pelo menos a minha , foi marcada por colegas a reinar sobre o meu bigode , que era mais escuro que o d a m aioria do s alunos do secundário.  Talvez tenha sido a minha primeira experiência difícil : uma ida às lâminas do meu pai sem saber e , “zás” , foi-se o bigode e vieram os cortes e as escoriações.  A minha preocupação actual é que os jovens aprendam ...

Almanaque Borda D'Água

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Recordo o mês de Janeiro com o meu avô a afixar o calendário em sua casa. A imagem do ano era sempre a mesma e nós rodávamos o destacável do mês. Outra recordação que me vem à cabeça era vê-lo sentado a ler o Almanaque. Na altura, não imaginava os ensinamentos que ali se depositavam, mas devia ser importante, para perder tantas horas de óculos postos numa leitura interminável. Estar com o meu avô era como ler uma fábula todos os dias, sempre a aprender coisas, sempre com um novo provérbio.   Hoje com os telemóveis, deixou-se simplesmente de afixar calendários, de ler Almanaques ou de olhar para eles afixados na parede. Fica até difícil de encontrar pessoas que tenham calendários para oferecer, e por várias vezes sinto falta aqui no barbeiro de estar a olhar para um calendário.   Podemo-nos tornar experts com esta ferramenta, o Borda D'Água, e (re)descobrir o que é um reportório útil a toda a gente. Não pretendo fazer publicidade ao Almanaque, mas...

O meu Apple tem uma doença grave

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A doença é grave sim, e como não conheço outra pior doença, associo aos sintomas de uma dessas que leva à morte, lenta e dolorosa.  Sim adoeceu!  A ponto de querer ver longe este telemóvel ou smartphone.  Marca para mim um ciclo da minha carreira, define etapas da minha vida é momentos marcantes. Marca o início de nascimento da minha filha, marca vários casamentos vários, e tantos e várias bons momentos que passei com a minha família.  Não duvido das capacidades, talvez levou uma bateria.  Talvez reconheço as suas enormes capacidades, talvez seja um excelente telemóvel.  Hoje apetece-me fazer o funeral ao Apple.  É um ícone de moda.  Marca um ciclo de vida e eu quero romper com ele. O  Acho que é uma doença ser da Apple, acho que até foi bom, “enquanto durou”, e durou 3,5anos. Mas apetece-me dizer basta.  Deixa-me em paz, deixa-me novamente ser eu a decidi quando quero ligar à ficha da tomada, deixa-me!...

O fim de ano em leiria

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Este meu fim de ano não foi diferente escolhi novamente Leiria.  Como tem vindo a ser tradição hà 5 anos para cá, algumas pessoas tem escolhido vir para a nossa cidade passar o ano e "curtir " as tendas à pinha de gente. O início deste ano novo não foi diferente para as “gentes” que encheram Leiria de carros desmesuradamente, como se trata-se de uma invasão bárbara para ver os cinco mil tiros disparados do Castelo. Vi a minha cidade rodeada de situações anómalas, como pessoas cambaleando na calçada , e outras deitadas e inebriadas pelo clima.  Vi por algumas vezes os Bombeiros serem chamados e outros a serem socorridos. Nesta semana foi assunto de conversa, como a Câmara Municipal, num evento destes não teve o discernimento de ter um posto de socorro neste evento, como qualquer evento estudantil é obrigado a ter.  Mas queremos à força que Leiria seja vista e "revista" da sociedade e da actualidade, mas temos de repensar este modelo, ou estou eu a ser incomo...