Marines visitam Barbeiro em Leiria
Os Marines tomaram de assalto a região de Leiria em Outubro num momento em que Monte Real se quer tornar na capital dos charters.
Também eu fui visitado por uns quantos Marines dos EUA.
Disseram-me que era uma missão enquadrado na NATO, mas o que é certo é o comandante do Porta Aviões que passou ao largo da costa de Portugal, pensou e muito bem, "será que umas dúzias dos meus homens não podem ir ali treinar com os Portugueses!"
Eis que requisitaram instalações e cá vamos nós. Sim não pensem que isto é propriamente de borla, hotéis, transportes, estadias, alugueres de material etc.
Em suma os Marines são muito afáveis, de afectos calorosos com “big hug”, os americanos são tudo pela bandeira e o seu país.
Contava-me Brian, (nome fictício) que na sua terra Natal no Mississipi, os colegas como ele desde muito novos carregam fardos de palha da agricultura de subsistência, são conhecidos pela força que desde cedo nasce com eles.
São recrutados para vir a representar o país, sentem orgulho que nós Portugueses comuns temos dificuldade em vir a perceber tão claramente.
Consegue imaginar estar 2anos sem ver a família?
Faz tudo parte do treino, ser militar exige, disciplinas, rigor, camaradagem, e espírito de guerreiro.
E foi com estes rapazes em médias de 24 anos de idade que experimentei cabelos difíceis daqueles que nunca me tinham passado pelas mãos.
Geralmente com uma fibra maior, cabelos de uma rebeldia exuberante e uma disciplina indisciplinada.
Um Marine confessou-me que há um hábito comum de semana para semana ir ao barbeiro ao sábado ir passar máquina zero naquela meia dúzia que fica alinhado em cima da orelha.
Também eu sonharia ter clientes com tanta assiduidade como eles.
Um outro disse que se a viagem não fosse tão longa seria fiel ao sábado no meu Barbeiro, porque hoje esperou menos que a sua média das 2 horas para cortar o seu cabelo.
Agradeci a preferência e fui fotografado para o seu Instagran, ele já andava a reunir fotos de todos os sitios fantásticos que encontra pelo mundo e as histórias fantásticas dos “nice guys” que ia encontrando um pouco por todos os lugares que ele passara.
Também eu fui visitado por uns quantos Marines dos EUA.
Disseram-me que era uma missão enquadrado na NATO, mas o que é certo é o comandante do Porta Aviões que passou ao largo da costa de Portugal, pensou e muito bem, "será que umas dúzias dos meus homens não podem ir ali treinar com os Portugueses!"
Eis que requisitaram instalações e cá vamos nós. Sim não pensem que isto é propriamente de borla, hotéis, transportes, estadias, alugueres de material etc.
Em suma os Marines são muito afáveis, de afectos calorosos com “big hug”, os americanos são tudo pela bandeira e o seu país.
Contava-me Brian, (nome fictício) que na sua terra Natal no Mississipi, os colegas como ele desde muito novos carregam fardos de palha da agricultura de subsistência, são conhecidos pela força que desde cedo nasce com eles.
São recrutados para vir a representar o país, sentem orgulho que nós Portugueses comuns temos dificuldade em vir a perceber tão claramente.
Consegue imaginar estar 2anos sem ver a família?
Faz tudo parte do treino, ser militar exige, disciplinas, rigor, camaradagem, e espírito de guerreiro.
E foi com estes rapazes em médias de 24 anos de idade que experimentei cabelos difíceis daqueles que nunca me tinham passado pelas mãos.
Geralmente com uma fibra maior, cabelos de uma rebeldia exuberante e uma disciplina indisciplinada.
Um Marine confessou-me que há um hábito comum de semana para semana ir ao barbeiro ao sábado ir passar máquina zero naquela meia dúzia que fica alinhado em cima da orelha.
Também eu sonharia ter clientes com tanta assiduidade como eles.
Um outro disse que se a viagem não fosse tão longa seria fiel ao sábado no meu Barbeiro, porque hoje esperou menos que a sua média das 2 horas para cortar o seu cabelo.
Agradeci a preferência e fui fotografado para o seu Instagran, ele já andava a reunir fotos de todos os sitios fantásticos que encontra pelo mundo e as histórias fantásticas dos “nice guys” que ia encontrando um pouco por todos os lugares que ele passara.
Fiquei achar que os americano pensam primeiro servir a nação e depois no resto, primordial respeitar o próximo e agradecer um gesto por mais pequeno que ele seja, com um emotivo abraço.
Não simpatizava com americanos porque nunca conheci nenhum deste calibre, mas isso mudou ao seu respeito.
Aqui entra também qualquer nacionalidade e profissão e para mim vi que nem todos são limitados, há muitos é um facto mas por serem muitos e nem todos têm o mesmo tratamento , mesma escola.
Respect EUA!
Respect EUA!

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